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Schneider diminui pela metade tempo para desenvolvimento de projetos com SolidWorks

06 de maio de 2010.

Imagem 121Fabricante de bombas e motobombas centrífugas de Joinville adere à plataforma de CAD 3D e economiza 50% no tempo de desenvolvimento dos projetos e 5% no custo da mão de obra de projetistas e desenhistas

Recentemente adquirida pela Franklin Electric, maior fabricante mundial de motores elétricos submersíveis, as Indústrias Schneider despontam no mercado brasileiro como a maior produtora de bombas e motobombas centrífugas em volume de vendas e segunda maior em faturamento, com 30% de market share. Nos seus mais de 60 anos de atuação no país, a Schneider construiu um portfólio de cerca de 4.000 itens de soluções hidráulicas utilizadas em residências, edifícios, indústrias e agricultura em todo o Brasil e na América Latina. Desde o desenho até a produção nos modernos tornos e centros de usinagem, todas as motobombas centrífugas que saem de Joinvile, onde está localizada a matriz da empresa, são submetidas a inúmeros processos que utilizam a alta tecnologia como garantia de qualidade no produto final.

Esse compromisso, no entanto, vinha sendo abalado, nos últimos anos, pelas limitações da solução CAD às quais os projetistas estavam sujeitos. “Tínhamos poucos recursos em mãos, a caixa de ferramentas do software que utilizávamos era limitada, além de apresentar muitos ´bugs`”, conta Márcio Locatelli, coordenador de desenvolvimento de projetos da Schneider. “Não conseguíamos, por exemplo, criar superfícies em espiral e helicoidais com eficiência e rapidez, atrasando todo o planejamento”, detalha. Decidida a buscar um software de CAD 3D que atendesse a todas as necessidades de seu departamento de design, a Schneider optou pelo SolidWorks, solução de CAD 3D. “Comparamos a última versão da ferramenta que costumávamos usar com o SolidWorks e não tivemos dúvida de que era hora de mudar nossa plataforma de CAD”, lembra Locatelli.

Compatibilidade e rapidez: exigências do mercado

A falta de recursos da solução anterior não era o único aspecto que não agradava aos desenhistas e projetistas da Schneider. O alto custo com retrabalho, a demora para a execução de alguns projetos e a incompatibilidade dos arquivos gerados foram minando a paciência da equipe. “Necessitávamos de um formato universal, que os fornecedores e clientes fossem capaz de executar quando recebessem o arquivo. Além disso, era preciso encontrar uma ferramenta compatível com nossos softwares de engenharia hidráulica”, lembra Márcio Locatelli. No SolidWorks, mais do que essa compatibilidade, a Schneider encontrou uma solução capaz de gerar produtos complexos e modelos para fundição, o que antes era feito em 2D sem a possibilidade de acabamentos técnicos, como abrir cavidades e dar contração na peça.

A equipe também era cobrada pela demora nos trabalhos. O desenvolvimento de um novo projeto tinha de ser feito em um tempo compatível com o seu grau de complexidade. “O desenho era o gargalo do projeto. Com o SolidWorks, aceleramos em cerca de 50% a entrega dos trabalhos. Um projeto que demoraria três meses é desenvolvido, hoje, em metade disso”, compara Locatelli. Para exemplificar, o coordenador conta que qualquer componente, dentro de um desenho, precisava de dois dias para ser feito na ferramenta anterior. Agora, com a ajuda do SolidWorks, o mesmo desenho sai em menos de quatro horas. “Reduzimos o custo da mão de obra de projetistas e desenhistas em 25%”.

A migração de seu ambiente de CAD para 3D reduziu o uso de recursos técnicos emergenciais na Schneider e fez zerar o número de erros nos projetos, acabando com o retrabalho. “A visualização total do sólido no SolidWorks nos permite ajustar o projeto durante sua execução, simulando situações de movimento, por exemplo”, explica Márcio Locatelli. A nova plataforma permitiu à companhia desenhar produtos que antes não eram possíveis devido à falta de recursos do software. A linha BCR 2008, bomba centrífuga residencial, lançada em fevereiro, foi toda modelada em 3D, no SolidWorks, e traz inovações tecnológicas que aumentam o rendimento hidráulico da bomba. “Com a ferramenta anterior, não poderíamos assumir esse desafio”, garante o executivo da Schneider.




Autor:   www.solidworks.com
Fonte:   www.solidworks.com

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